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Autismo: Abril Azul e séries que retratam o espectro

Autismo

Para quem não sabe, o mês de Abril é o mês considerado pela ONU (Organização das Nações Unidas) para representar o autismo, como o mês da conscientização do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Essa causa é conhecida como Abril Azul e tem como objetivo principal conscientizar as pessoas sobre esse transtorno e dar visibilidade ao espectro. Isso porque, 1 em cada 160 crianças tem esse transtorno.

Essa visibilidade é importante em vários níveis. Em primeiro lugar, porque com a conscientização é possível identificar os sinais desde cedo. Assim, os pais ou tutores conseguem procurar um médico especializado para oferecer o suporte correto à criança. Dessa forma, ajustando e informando as pessoas mais próximas, a criança poderá ter uma vida normal como qualquer outra, dentro de suas limitações.

Além disso, dar essa visibilidade é muito importante em termos de inclusão. O conhecimento quebra barreiras, e a informação veiculada de forma correta pode favorecer muito a vida das crianças portadoras do espectro.

O que é o autismo, ou transtorno do espectro autista (TEA)

O transtorno do espectro autista (TEA) trata-se de um desenvolvimento atípico, e é um transtorno, ou distúrbio do neurodesenvolvimento. O autismo afeta principalmente três área de quem tem esse transtorno: a interação social, o comportamento e a fala.

É válido lembrar que notar um desses sinais isoladamente não quer dizer que seu filho seja autista. Isso porque, alguns desses sintomas também são naturais em algumas fases da criança e podem significar outro tipo de necessidades. Por isso, é muito importante consultar um médico especializado para tirar todas as suas dúvidas de forma correta.

Existem alguns sinais que podem ser considerados típicos de quem tem este transtorno como: dificuldade de fazer contato visual, não acompanhar com o olhar quando querem mostrar alguma coisa, dificuldades de responder a carinhos comuns. Tudo isso, porque o transtorno afeta a capacidade de relacionamento da criança com outras pessoas e com o ambiente.

Séries que retratam o autismo

Como estamos no mês da visibilidade do transtorno do espectro autista, separamos algumas séries que retratam o autismo para você assistir ainda esse mês:

Atypical (2017)

Essa série retrata a vida de um adolescente que tem traços de autismo, chamado Sam. A série percorre sobre vários desafios por ele enfrentados durante a sua vida. A busca pela independência, namoros, amizade e tudo que é experienciado por qualquer jovem na adolescência.

Essa série é muito interessante por vários motivos. Primeiro, ela é capaz de mostrar que com o apoio dos familiares e amigos, e alguns ajustes na rotina, uma pessoa que tenha o transtorno do espectro autista pode ter uma vida totalmente normal e viver todas as experiências como qualquer outra.

Além disso, a série toca em pontos muito importantes na vida de qualquer um: crescer, escolher uma profissão, pressão pela busca de um futuro, e isso pela óptica de uma pessoa no espectro.

Tudo isso é contado na série com muito bom humor e naturalidade, é uma série bem leve de assistir, apesar de tratar de um tema tão importante.

Amor no espectro (2019)

Essa série é muito bacana porque demonstra uma parte diferente na vida das pessoas que tem autismo: o amor! Além de retratar a realidade do amor no espectro, quebra barreiras ao mostrar que esse sentimento existe e é totalmente possível.

São chamadas para participar do programa pessoas que tem o espectro autista, e essas falam sobre suas aspirações no amor, se conectam, e escolhem se desejam ter um segundo encontro com outros participantes. E existem casais que permanecem juntos após sair do programa.

É muito importante quebrar esses preconceitos e mitos em relação ao transtorno do espectro autista e essa série demonstra isso de uma maneira bem divertida.

The good doctor (2017)

Essa série conta a vida de um jovem cirurgião que tem autismo e síndrome de savant. Desde o princípio ele sofre por perceber que as pessoas desacreditam de seu potencial profissional. E isso retrata os preconceitos sofridos pelas pessoas com autismo. Uma vez que podem ser profissionalmente descartadas com base em uma falsa crença de falta de habilidades.

Sendo que, como a série demonstra, o médico por pensar de uma forma diferente dos outros residentes, consegue pensar em outras formas de lidar com as situações médicas e salvar muitas pessoas. Vale a pena conferir.

Que esse texto sirva de incentivo para que possamos buscar saber mais sobre essas questões que muitas vezes não fazem parte da nossa realidade, para aprender a lidar com mais empatia e carinho com as pessoas! E que neste Abril Azul, possamos conscientizar as pessoas a respeito do transtorno do espectro autista, evitando assim preconceito por desinformação.

Nós podemos ser responsáveis por tornar a vida dessas pessoas mais leve e mais feliz, com um sentimento de inclusão e pertencimento. O autismo não é uma sentença, é somente uma nova forma de ver a vida e praticar as atividades do dia a dia!

Foto de capa: Unsplas/Reprodução. Foto de: Caleb Woods.

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